O vento que me arranha o rosto, só me traz tua lembrança.
Meu passo passado vistos no meu passado é onde eu passo.
Condenado acorrentado, preso aqui alienado.
Triste traste trajado de traumas e trotes da vida trágica.
Como caminhar comovido pelo contente sorriso de minha mente?
Já não ouso mais ousar de usar meus simples sapatos de uso.
Por que perdi a presença fecho os olhos cumpro a prenda.
As mãos que aqui estão já não fazem emoção dentro do meu coração.
Por que meu Deus? Será que tenho de recorrer a Zeus? Perdoa este adeus.
Já não vivo sem olhos seus.

Nenhum comentário:
Postar um comentário