"Bem Vindos"

" Fiquem a vontade para expressar suas opiniões críticas e
dúvidas. E espero que gostem"


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Soneto da desilusão



As palavras foram simples e diretas, seteiras.
Vespas conjuradas a um pote de mel.
Estacas de osso a perfurar meu véu
meu escudo estilhaçado decaído em labaredas.


Espírito feliz, agora deturpado, falso.
Ferido por palavras amigas e conhecidas.
Maltratada por sinais fascistas,
condenado a chorar lamurias deste ato.

- Curioso o quanto é vulnerável, o mais forte!
 Por que mais rodeado mais jogado a  sorte.
 Como prevenir a faca que carrega a morte?


Não, não é possível.
Por que mesmo seguro e ímpeto e astuto,
sempre o será volúvel.



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